E aí, seus cagões? Kkkkkkk sabem que eu amo tudo oceis né? Pois então:
Hoje vou contar um pouco de como eu fui descobrindo que amo cocô.
Tudo começou lá nos primórdios da minha infância, 3, 4, 5 anos de idade, eu convivia muito com bebês. Isso tbm influenciou no fato de eu gostar de age play e ser uma babygirl, mas isso é talvez pra outro post. Só um aviso, antes que venham encher meu saco, age play não tem absolutamente nada a ver com pedofilia. Mas continuando.
Eu gostava de ficar cheirando meus priminhos cagados, cheirando a fraldinha deles. Lembro de uma vez com 5 anos eu pedindo pra minha tia colocar a fralda de cocô do netinho dela no meu nariz pra eu cheirar.
Enfim, fui crescendo e parei de fazer isso pq seria estranho continuar e vai que começassem as perguntas? Mas nunca deixei de fato aquilo de lado em minha cabeça. Mas conforme eu fui crescendo eu mudei um pouco a forma de sentir prazer. nisso. Toda vez que eu conhecia um cara, e até hoje é assim, eu gostava de imaginar ele cagando, ficava pensando como era o cheiro da merda dele, sério. Mas em banheiro eu nunca gostei de cheirar, pq banheiro faz uma mistureba e muda o cheiro, sei lá, deixa ruim a meu ver. Eu gosto mesmo é de fralda ou talvez cueca, morro de vontade de sentir um cara fazendo cocô, aquela massa quente saindo da bunda dele... hummm.... e depois eu ia esmagar tudo...
Um dos relacionamentos que eu tive era com um cara que gemia ao cagar e nossa, eu me masturbava ouvindo ele se espremer, pena que era no banheiro... Nunca cheguei a colocar cocô na boca, mas amo fazer sujeira com ele.
Quando estou em modo babygirl eu amo sentar em minha fralda cheia e esmagar até vazar pelos lados.
Coisa de doido mesmo... mas nunca consegui me abrir totalmente com ninguém, porque no meio age, muitos daddies tem nojinho de cocô e a maioria até deixa de falar comigo quando falo sobre.
Sou uma babygirl muito carente, amo ganhar colo, carinho, usar coisas de bb, mas adoraria poder soltar mais esse outro lado, de sentir prazer com cocô, fico imaginando um daddy que se divirta com minha sujeirinha... kkkkkk
Mas é isso aí, povão! Vou trazer no próximo post uma curiosidade sobre a relação cocô x dinheiro!
É, isso aí.
Bom, beijinhos cagados kkkkkk
COPROFILIA, SEM FRESCURA!
Aqui é uma bosta, literalmente. Se tem nojinho, vaza!
segunda-feira, 25 de março de 2019
quinta-feira, 21 de março de 2019
Não sejam loucos!
Cheguei chegando, cocozentinhos do meu cocoração! Kkkkkkk vamos pra "cagadinha" de hoje?
Bom, como o título do post já diz, não sejam loucos! O que quero dizer com isso? É que, como em todo fetiche, não cheguem chegando e dizendo a que vieram logo de cara, sem puxar uma conversa trivial antes, por exemplo, pessoas que mal falam oi e já largam a bomba do tipo: "adoro quando cagam na minha boca", me da um pedaço da sua merda?" Esse tipo de coisa.
Isso já fez com que eu chegasse a achar que scat era coisa de doente mental, eu assumo! Se tem uma coisa que não sou é hipócrita de bancar a sabe-tudo aqui e não falar a verdade. Então, eu acredito que a maioria dos scaters tem vida social, trabalham, gostam de várias coisas, eu por exemplo, sou pianista e tecladista, amo maquiagem, ler romances, sou ativista quântica, estudante de Grabovoi e outros nomes, amo chocolate, sei cozinhar muito bem por sinal... kkkkk sim, eu me acho. Enfim, o que estou querendo dizer é que, antes de procurar alguém pra "brincar", procure ver se tem pelo menos um pouco de interesses em comum, pois a vida não é só ficar trocando bosta dia e noite.
Já imaginou que perfeito alguém que curtisse o mesmo estilo musical que vc, as mesmas comidas, os mesmos filmes e de quebra ainda curtisse scat?
Pois é, eu acho que isso deveria ser um amais e não uma regra do tipo, só se curtir scat e mais nada. Pessoas são complexas e precisam de muito entendimento. Por isso, curtam, caguem muito, mas sem bancar os loucos, pois isso gera preconceitos desnecessários.
Bom, como o título do post já diz, não sejam loucos! O que quero dizer com isso? É que, como em todo fetiche, não cheguem chegando e dizendo a que vieram logo de cara, sem puxar uma conversa trivial antes, por exemplo, pessoas que mal falam oi e já largam a bomba do tipo: "adoro quando cagam na minha boca", me da um pedaço da sua merda?" Esse tipo de coisa.
Isso já fez com que eu chegasse a achar que scat era coisa de doente mental, eu assumo! Se tem uma coisa que não sou é hipócrita de bancar a sabe-tudo aqui e não falar a verdade. Então, eu acredito que a maioria dos scaters tem vida social, trabalham, gostam de várias coisas, eu por exemplo, sou pianista e tecladista, amo maquiagem, ler romances, sou ativista quântica, estudante de Grabovoi e outros nomes, amo chocolate, sei cozinhar muito bem por sinal... kkkkk sim, eu me acho. Enfim, o que estou querendo dizer é que, antes de procurar alguém pra "brincar", procure ver se tem pelo menos um pouco de interesses em comum, pois a vida não é só ficar trocando bosta dia e noite.
Já imaginou que perfeito alguém que curtisse o mesmo estilo musical que vc, as mesmas comidas, os mesmos filmes e de quebra ainda curtisse scat?
Pois é, eu acho que isso deveria ser um amais e não uma regra do tipo, só se curtir scat e mais nada. Pessoas são complexas e precisam de muito entendimento. Por isso, curtam, caguem muito, mas sem bancar os loucos, pois isso gera preconceitos desnecessários.
terça-feira, 19 de março de 2019
Mais um bla bla bla escatológico!
E aí, apreciadores da arte mais primitiva do ser humano, comé que ceis tão?
Hoje vamos falar duas coisas. 1: a fase anal e 2: dicas pra aliviar um pouco a carga contaminante da "macinha" mais gostosa de brincar do mundo!
Fase anal
Não, nem se preocupe que não quero aqui dar uma aula de psicanálise freudiana, aliás, já falei que odeio Freud hoje? É, tio Sig, te odeio! Kkkkkk mas ele fala uma coisa que, a meu ver, tanto como babygirl quanto como iniciante ou melhor, aos poucos assumindo que gosta de scat, faz muito sentido, que é o fato de que, quem gosta de cocô, trata seus dejetos como presentes! Sim, meu povo! Vc só da um presente muito especial pra quem vc ama. E aí vem outras coisas que já citei em outros blogs meus, outros posts, (sim, sou uma blogueira antiga, só dei fim nos outros blogs. muitos traumas de infância vem da fase anal, entre 1,5 e 3 anos de idade. Não só os intestinais como prisão de ventre e etc, como também repressão, timidez extrema, vergonha de tudo e de todos, medo de falar sobre si... várias coisas.
Isso se da devido ao escândalo que pais fazem ao ver seu pequeno brincando ou até mesmo ingerindo seu cocozinho. Sou um exemplo vivo disso. Lembro que aos 2 anos estava eu sozinha na banheira esperando alguém pra me dar banho quando "pluft," saiu! Kkkkk mas eu não tinha aquela noção assim de muita coisa. E como venho de uma família escandalosa e nojenta, (infelizmente herdei um pouco disso,) só me lembro dos gritos, nada mais. isso, por muito tempo criou em mim uma fobia do meu própio cocô!
Pois é, eu tinha medo do meu presentinho! Deus me livre botar minhas mãozinhas de princesa nele kkkkkkk (sim, em off sou a cocotinha perfumosa que falei ontem.
Ok, eu tinha a fobia, mas em contrapartida, amava cheiro de cocô, a sensação de uma... bom, isso é pra outro post, já brisei demais.
A questão é que devido a muitas represálias durante essa fase é que pessoas passam a abominar o cocô como se não fizesse parte delas. Mas em nós, coprófilos existe uma inversão que Freud nunca vai saber explicar que faz com que gostemos do aspecto, do cheiro e etc etc etc. Mas .na questão de doador eu entendo que um doador quer dar o que ele tem de mais íntimo pra pessoa que recebe e na minha opinião um doador sofre mais, porque eu no caso até agora só havia pensado em atuar como doadora, mas revivendo fatos da minha história eu começo a chegar à conclusão que seria uma ótima receptora tbm. Falaremos disso em outro post.
Mas pra resumir bem resumido, eu adoraria ganhar um presentinho de um cara. Seria uma entrega extrema, o que muitos tacham de humilhação eu vejo como mais uma demonstração de afeto. Sei que quem cair de para-quedas aqui vai se espantar, "uma mulher scater blogueira?" kkkkkk mas eu só me arrependo do que não faço.
Vamos pra outra parte: já aviso de antemão que suas fezes não vão ficar puríssimas e livres de porcaria, a final elas são algo que nosso organismo não quer, mas vão perder pelo menos um pouco da toxicidade.
Pelo menos alguns dias antes da" "brincadeira prevista", tanto o doador quanto o receptor podem tomar um vermífugo e um suco detox, suco verde. Limão, couve, abacaxi, pepino, mais um monte de gororoba. É ruim? É, mas se vc tem aquela certa "culpinha" de estar contaminando a outra pessoa, vai aliviar...
depois é bom fazer o mesmo, caso haja ingestão, a final, se existe sexo seguro, por que não praticar scat um pouco seguro? Kkkkkkk
Mas é isso aí, minha gente! Té mais e se cuidem!
Hoje vamos falar duas coisas. 1: a fase anal e 2: dicas pra aliviar um pouco a carga contaminante da "macinha" mais gostosa de brincar do mundo!
Fase anal
Não, nem se preocupe que não quero aqui dar uma aula de psicanálise freudiana, aliás, já falei que odeio Freud hoje? É, tio Sig, te odeio! Kkkkkk mas ele fala uma coisa que, a meu ver, tanto como babygirl quanto como iniciante ou melhor, aos poucos assumindo que gosta de scat, faz muito sentido, que é o fato de que, quem gosta de cocô, trata seus dejetos como presentes! Sim, meu povo! Vc só da um presente muito especial pra quem vc ama. E aí vem outras coisas que já citei em outros blogs meus, outros posts, (sim, sou uma blogueira antiga, só dei fim nos outros blogs. muitos traumas de infância vem da fase anal, entre 1,5 e 3 anos de idade. Não só os intestinais como prisão de ventre e etc, como também repressão, timidez extrema, vergonha de tudo e de todos, medo de falar sobre si... várias coisas.
Isso se da devido ao escândalo que pais fazem ao ver seu pequeno brincando ou até mesmo ingerindo seu cocozinho. Sou um exemplo vivo disso. Lembro que aos 2 anos estava eu sozinha na banheira esperando alguém pra me dar banho quando "pluft," saiu! Kkkkk mas eu não tinha aquela noção assim de muita coisa. E como venho de uma família escandalosa e nojenta, (infelizmente herdei um pouco disso,) só me lembro dos gritos, nada mais. isso, por muito tempo criou em mim uma fobia do meu própio cocô!
Pois é, eu tinha medo do meu presentinho! Deus me livre botar minhas mãozinhas de princesa nele kkkkkkk (sim, em off sou a cocotinha perfumosa que falei ontem.
Ok, eu tinha a fobia, mas em contrapartida, amava cheiro de cocô, a sensação de uma... bom, isso é pra outro post, já brisei demais.
A questão é que devido a muitas represálias durante essa fase é que pessoas passam a abominar o cocô como se não fizesse parte delas. Mas em nós, coprófilos existe uma inversão que Freud nunca vai saber explicar que faz com que gostemos do aspecto, do cheiro e etc etc etc. Mas .na questão de doador eu entendo que um doador quer dar o que ele tem de mais íntimo pra pessoa que recebe e na minha opinião um doador sofre mais, porque eu no caso até agora só havia pensado em atuar como doadora, mas revivendo fatos da minha história eu começo a chegar à conclusão que seria uma ótima receptora tbm. Falaremos disso em outro post.
Mas pra resumir bem resumido, eu adoraria ganhar um presentinho de um cara. Seria uma entrega extrema, o que muitos tacham de humilhação eu vejo como mais uma demonstração de afeto. Sei que quem cair de para-quedas aqui vai se espantar, "uma mulher scater blogueira?" kkkkkk mas eu só me arrependo do que não faço.
Vamos pra outra parte: já aviso de antemão que suas fezes não vão ficar puríssimas e livres de porcaria, a final elas são algo que nosso organismo não quer, mas vão perder pelo menos um pouco da toxicidade.
Pelo menos alguns dias antes da" "brincadeira prevista", tanto o doador quanto o receptor podem tomar um vermífugo e um suco detox, suco verde. Limão, couve, abacaxi, pepino, mais um monte de gororoba. É ruim? É, mas se vc tem aquela certa "culpinha" de estar contaminando a outra pessoa, vai aliviar...
depois é bom fazer o mesmo, caso haja ingestão, a final, se existe sexo seguro, por que não praticar scat um pouco seguro? Kkkkkkk
Mas é isso aí, minha gente! Té mais e se cuidem!
segunda-feira, 18 de março de 2019
Por que tanto julgamento?
Diga lá, meus cocozinhos amados! Kkk aqui cocô é elogio.
Hoje vamos falar porque nosso gosto é tão julgado, como se fosse a pior coisa do mundo.
Vivemos em uma sociedade hipócrita onde tudo é feio, mas todo mundo faz. Eu não sou perfeita, minha gente! Sim, julgo muito e reconheço. Devido a eu estudar muito a mente humana e a neurociência, tenho que viver tomando cuidado pra não dar uma de psicanalista do fetiche alheio. Sim, já dei algumas escorregadas... mas a real é que eu odeio psicanalista... pq são aqueles que colocam minhocas na cabeça de quem não tem.
Deixa nóis cumê bosta em paz, porra!
Aliás, o mundo inteiro come bosta, sabia? É, vc cocotinha perfumosa que ta aí lendo e achando nojento, tem o intestinozinho preso? Toma Activia? Iogurtinho, né? Bom, uma delícia!
Merda pura, amore! Sim, são as bactérias fecais que tem lá.
A famosa pizza de peperoni, sabe? Adoro! Cocô de bebê recém-nascido!
Nunca mais vai comer peperoni? Então toma essa!
Sua saliva tem coliformes fecais, dentro dessa sua boquinha de princesa aí, lindinha... o café mais caro do mundo inteiro conhecido como Kopi Luwake, é feito da bosta de um animal que come só frutas. Se eu lembrar de mais coisas eu falo.
Mas a questão é que as fezes humanas realmente são cheias de porcaria e podem sim transmitir muitas doenças, mas esse é assunto pra outro post.
O que vim falar aqui é a questão do julgamento. Sim, quem gosta dessas coisas não sai por aí falando, porque corre o risco de ouvir o que eu já falei uma vez e quase magoei uma pessoa que eu amo muito, me perdoa, amor.
MAs falei isso justamente pq na psicanálise, pessoas que gostam de comer cocô, são chamados de coprófagos, mas aí, geralmente são pessoas que não possuem discernimento de certo e errado e não sabem bem porque estão fazendo isso.
O fetiche é diferente, geralmente são pessoas normais, que trabalham, tem família, tem vida social, mas na privacidade do seu canto sente prazer em brincar com cocô, não necessariamente comer, a maioria até nem come. Eu por exemplo kkkk. No entanto, é possível que no meio da brincadeira possa haver ingestão e aí pode ser perigoso.
Eu confesso que estou explorando mais esse universo agora. Não, nunca fui nojentinha, mas tinha, aliás, tenho algumas barreiras talvez psicológicas que me impedem de fazer certas coisas. Isso é pra outra hora.
Próximo post, vermífugos, suco detox e outras formas de dar pelo menos um pouco mais de segurança pra vc e pra pessoa que vc vai brincar.
Hoje vamos falar porque nosso gosto é tão julgado, como se fosse a pior coisa do mundo.
Vivemos em uma sociedade hipócrita onde tudo é feio, mas todo mundo faz. Eu não sou perfeita, minha gente! Sim, julgo muito e reconheço. Devido a eu estudar muito a mente humana e a neurociência, tenho que viver tomando cuidado pra não dar uma de psicanalista do fetiche alheio. Sim, já dei algumas escorregadas... mas a real é que eu odeio psicanalista... pq são aqueles que colocam minhocas na cabeça de quem não tem.
Deixa nóis cumê bosta em paz, porra!
Aliás, o mundo inteiro come bosta, sabia? É, vc cocotinha perfumosa que ta aí lendo e achando nojento, tem o intestinozinho preso? Toma Activia? Iogurtinho, né? Bom, uma delícia!
Merda pura, amore! Sim, são as bactérias fecais que tem lá.
A famosa pizza de peperoni, sabe? Adoro! Cocô de bebê recém-nascido!
Nunca mais vai comer peperoni? Então toma essa!
Sua saliva tem coliformes fecais, dentro dessa sua boquinha de princesa aí, lindinha... o café mais caro do mundo inteiro conhecido como Kopi Luwake, é feito da bosta de um animal que come só frutas. Se eu lembrar de mais coisas eu falo.
Mas a questão é que as fezes humanas realmente são cheias de porcaria e podem sim transmitir muitas doenças, mas esse é assunto pra outro post.
O que vim falar aqui é a questão do julgamento. Sim, quem gosta dessas coisas não sai por aí falando, porque corre o risco de ouvir o que eu já falei uma vez e quase magoei uma pessoa que eu amo muito, me perdoa, amor.
MAs falei isso justamente pq na psicanálise, pessoas que gostam de comer cocô, são chamados de coprófagos, mas aí, geralmente são pessoas que não possuem discernimento de certo e errado e não sabem bem porque estão fazendo isso.
O fetiche é diferente, geralmente são pessoas normais, que trabalham, tem família, tem vida social, mas na privacidade do seu canto sente prazer em brincar com cocô, não necessariamente comer, a maioria até nem come. Eu por exemplo kkkk. No entanto, é possível que no meio da brincadeira possa haver ingestão e aí pode ser perigoso.
Eu confesso que estou explorando mais esse universo agora. Não, nunca fui nojentinha, mas tinha, aliás, tenho algumas barreiras talvez psicológicas que me impedem de fazer certas coisas. Isso é pra outra hora.
Próximo post, vermífugos, suco detox e outras formas de dar pelo menos um pouco mais de segurança pra vc e pra pessoa que vc vai brincar.
domingo, 17 de março de 2019
apresentando essa bosta aqui kkkkkk
Oi, cara de boi!
Kkkkk repara não, eu sou loka.
Bom, ceis viram que o título do blog é bem claro e a descrição mais ainda. Então, não preciso falar muito mais.
Criei este espaço pra vc que gosta de cocô! Sim, isso mesmo que vc leu, queridinho. Pra quem gosta de merda! Não sou uma autoridade entendida do assunto, mas estou aos poucos assumindo que gosto do meu cocô e quem sabe de algum que queira compartilhar esse gosto peculiar comigo, pq não?
Bom, quem não tiver medo de nada vai poder ficar à vontade pra postar suas experiências aqui, histórias e etc, basta mandar um comentário.
E vc engraçadinho que vai cair de paraquedas, não adianta vir destilar sua falta de pica aqui não que os comentários serão extremamente moderados e ninguém vai ver teus xingamentos, seu, não vou nem te chamar de bosta pq bosta é presente perto do que vc é.
Então, é isso. Divirtam-se, cagando!
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