E aí, apreciadores da arte mais primitiva do ser humano, comé que ceis tão?
Hoje vamos falar duas coisas. 1: a fase anal e 2: dicas pra aliviar um pouco a carga contaminante da "macinha" mais gostosa de brincar do mundo!
Fase anal
Não, nem se preocupe que não quero aqui dar uma aula de psicanálise freudiana, aliás, já falei que odeio Freud hoje? É, tio Sig, te odeio! Kkkkkk mas ele fala uma coisa que, a meu ver, tanto como babygirl quanto como iniciante ou melhor, aos poucos assumindo que gosta de scat, faz muito sentido, que é o fato de que, quem gosta de cocô, trata seus dejetos como presentes! Sim, meu povo! Vc só da um presente muito especial pra quem vc ama. E aí vem outras coisas que já citei em outros blogs meus, outros posts, (sim, sou uma blogueira antiga, só dei fim nos outros blogs. muitos traumas de infância vem da fase anal, entre 1,5 e 3 anos de idade. Não só os intestinais como prisão de ventre e etc, como também repressão, timidez extrema, vergonha de tudo e de todos, medo de falar sobre si... várias coisas.
Isso se da devido ao escândalo que pais fazem ao ver seu pequeno brincando ou até mesmo ingerindo seu cocozinho. Sou um exemplo vivo disso. Lembro que aos 2 anos estava eu sozinha na banheira esperando alguém pra me dar banho quando "pluft," saiu! Kkkkk mas eu não tinha aquela noção assim de muita coisa. E como venho de uma família escandalosa e nojenta, (infelizmente herdei um pouco disso,) só me lembro dos gritos, nada mais. isso, por muito tempo criou em mim uma fobia do meu própio cocô!
Pois é, eu tinha medo do meu presentinho! Deus me livre botar minhas mãozinhas de princesa nele kkkkkkk (sim, em off sou a cocotinha perfumosa que falei ontem.
Ok, eu tinha a fobia, mas em contrapartida, amava cheiro de cocô, a sensação de uma... bom, isso é pra outro post, já brisei demais.
A questão é que devido a muitas represálias durante essa fase é que pessoas passam a abominar o cocô como se não fizesse parte delas. Mas em nós, coprófilos existe uma inversão que Freud nunca vai saber explicar que faz com que gostemos do aspecto, do cheiro e etc etc etc. Mas .na questão de doador eu entendo que um doador quer dar o que ele tem de mais íntimo pra pessoa que recebe e na minha opinião um doador sofre mais, porque eu no caso até agora só havia pensado em atuar como doadora, mas revivendo fatos da minha história eu começo a chegar à conclusão que seria uma ótima receptora tbm. Falaremos disso em outro post.
Mas pra resumir bem resumido, eu adoraria ganhar um presentinho de um cara. Seria uma entrega extrema, o que muitos tacham de humilhação eu vejo como mais uma demonstração de afeto. Sei que quem cair de para-quedas aqui vai se espantar, "uma mulher scater blogueira?" kkkkkk mas eu só me arrependo do que não faço.
Vamos pra outra parte: já aviso de antemão que suas fezes não vão ficar puríssimas e livres de porcaria, a final elas são algo que nosso organismo não quer, mas vão perder pelo menos um pouco da toxicidade.
Pelo menos alguns dias antes da" "brincadeira prevista", tanto o doador quanto o receptor podem tomar um vermífugo e um suco detox, suco verde. Limão, couve, abacaxi, pepino, mais um monte de gororoba. É ruim? É, mas se vc tem aquela certa "culpinha" de estar contaminando a outra pessoa, vai aliviar...
depois é bom fazer o mesmo, caso haja ingestão, a final, se existe sexo seguro, por que não praticar scat um pouco seguro? Kkkkkkk
Mas é isso aí, minha gente! Té mais e se cuidem!
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